Maurício Cavalheiro 1 de dezembro de 2015

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O mundo,
no fundo, no fundo,
é muito bom…
depende do tom com que você o pinta,
depende da durabilidade da tinta.

Se a vida,
é lida ranzinza,
é vedado crer
que a melancolia dos tons de cinza
seja impossível remover.

Viver
é ser um pintor perseverante;
é descompor
o mundo beligerante
com as matizes da essência do amor.

O mundo,
no fundo, no fundo,
é muito bom…
depende do tom com que você o pinta,
depende da durabilidade da tinta.

Obs: Premiado no VI Concurso Poetas do Vale
Publicado na Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos – vol.41

Maurício Cavalheiro, membro da Academia Pindamonhagabense de Letras é autor de: Lágrimas de Amor – poesia; O sapinho jogador de futebol – infantil; O estuprador de velhinhas & outros casos – contos; Histórias de uma índia puri – infanto-juvenil; O casamento do Conde Fá com a Princesa do Norte, e Um caso de amor na Parada Vovó Laurinda – cordéis.

Este texto expressa exclusivamente a opinião do autor e foi publicado da forma como foi recebido, sem alterações pela equipe do Entrelaços.


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