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Não se acostume à servidão
não deixe que seus dias
sejam de outras pessoas
por mais que as ame

Caminhe sem carregar arrogâncias
tampouco a inferioridade
equilibre-se no fio do juízo
para não desferir palavras atômicas

Não se desvie dos caráteres maltrapilhos
que surgem das penumbras
ofereça-lhes uma fração de luz
e vá embora

De tempo em tempo
habite a caverna mais distante
onde o cheiro das indelicadezas
não alcança, e dialogue consigo

Permita-se escutar o silêncio das estrelas
a confissão das flores
o murmúrio dos rios
e acima de tudo, a voz do coração

Inebrie-se no cálice de auroras e arrebóis
e voe
pela imensidão do tempo
até compreender o significado brevidade

Obs: O autor é membro da Academia Pindamonhagabense de Letras é autor de: Lágrimas de Amor – poesia; O sapinho jogador de futebol – infantil; O estuprador de velhinhas & outros casos – contos; Histórias de uma índia puri – infanto-juvenil; O casamento do Conde Fá com a Princesa do Norte, e Um caso de amor na Parada Vovó Laurinda – cordéis.

Imagem free enviada pelo autor capturada do site: https://pixabay.com/…/montanhismo-homem-montanhas-455338/

Este texto expressa exclusivamente a opinião do autor e foi publicado da forma como foi recebido, sem alterações pela equipe do Entrelaços.


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