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Pois é, infelizmente a vida tem dessas coisas.
Falo do caso George Floyd. Não lhe bastou ser atleta, alto, forte, dando origem ao nome de Big pelo seu porte e força. Contra ele pesava o grande problema; era negro e aqui negro não tem vez, principalmente nos países racistas. Ele não foi grande suficientemente para lutar com covardes, que o jogaram ao chão, fazendo do seu corpo, andaime para seus joelhos assassinos. Quem resistiria?
Ninguém!
Não bastou o balbuciar várias vezes: “Não consigo respirar!” para afastar 3 soldados de Niápolis endemoniados para um final tão vergonhoso e perverso.
Quarenta e seis (46), 3 filhos, amado pela família e amigos. Foi embora…
Quanto ainda gostaria de realizar aqui na terra?
De vivenciar seu ideal de atleta junto aos filhos!
Como pode ser cruel o homem!…
Que humanidade desumana e pequena!
Que mesquinharia feita ao George Floyd. Perdão meu Deus.
Dá-nos olhos para ver os sentimentos bons e colocarmos em prática.
A vida continua, sempre continuará, mas faltando nela um bom e grande contribuinte, você Big George Floyd.
04/06/2020
São José da Coroa Grande – PE