Djanira Silva 15 de julho de 2017

djaniras@globo.com
www.djaniragamboa.blogspot.com.br

Não sei donde é que vim se vim do nada
Ou de um arbítrio que me concebeu
Sem ao menos ter sido consultada
Cai num mundo que não era o meu

Então na nova estrada iluminada
Pelo primeiro sol que ali nasceu
Ousei fazer da entrega equivocada
Um novo mundo inteiramente meu

E lá plantei gerânios e verbenas
Cravos, cravinas, lírios e açucenas
Resedás, bogaris rosa e jasmim

E ao terminar aqui minha jornada
Em algum lugar também serei plantada
E voltarei ao nada de onde vim

Obs: Texto retirado do livro da autora – Saudade Presa

A autora é poetisa,  escritora contistacronistaensaísta brasileira.

Faz parte da Academia de Artes e Letras de Pernambuco, Academia de Letras e Artes do Nordeste, Academia Recifense de Letras, Academia de Artes, Letras e Ciências de Olinda, Academia Pesqueirense de Letras e Artes , União Brasileira de Escritores – UBE – Seção Pernambuco
Autora dos livros: Em ponto morto (1980); A magia da serra (1996); Maldição do serviço doméstico e outras maldições (1998); A grande saga audaliana (1998); Olho do girassol (1999); Reescrevendo contos de fadas (2001); Memórias do vento (2003); Pecados de areia (2005); Deixe de ser besta (2006); A morte cega (2009). Saudade presa (2014)
Recebeu vários prêmios, entre os quais:

  • Prêmio Gervasio Fioravanti, da Academia Pernambucana de Letras, 1979
  • Prêmio Leda Carvalho, da Academia Pernambucana de Letras, 1981
  • Menção honrosa da Fundação de Cultura Cidade do Recife, 1990
  • Prêmio Antônio de Brito Alves da Academia Pernambucana de Letras, 1998 e 1999 
  • Prêmio Vânia Souto de Carvalho da Academia Pernambucana de Letras, 2000
  • Prêmio Vânia Souto de Carvalho da Academia Pernambucana de Letras, 2010
  • Prêmio Edmir Domingues da Academia Pernambucana de Letras, 2014


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