Edilberto Sena 13 de setembro de 2008

Comentário/ editorial no Jornal da Manhã (Rádio Rural AM)
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Morre gente já de idade avançada o que é normal; morre gente por descuido da família ou de hospital, que não deve ser normal; morre gente assassinada, o que causa revolta; agora neste dias morreu uma criança novinha, com seis meses de nascida, de calazar. Isto causa indignação. Não se pode responsabilizar o hospital, mas certamente há culpados nessa história e não pode ser a criança, nem o destino, muito menos se pode blasfemar dizendo que foi Deus que quis.

Uma criança morrer vítima de calazar, hoje em dia não podia mais acontecer. Deve estar havendo um ou mais descuidos, seja da família, se ela mantém um cachorro infectado, seja de um vizinho que tenha um animal atacado da doença e o mantém vivo, seja da divisão de saúde pública que está se descuidando da vigilância sanitária nos bairros.

A criança foi mais uma vítima e não poderia ter morrido tão prematuramente. Esse caso deve ser um alerta sério para todas as pessoas que criam cachorro. Se não vacina, se não mantém a higiene do animal, pode ser você uma vítima culpada, ou pode ser responsável pela doença e morte de alguém em sua vizinhança. Essa doença é existente apenas em regiões onde a higiene, o cuidado sanitário não são levados a sério.

O cachorro é um animal de estimação e merece respeito, mas se ele aparecer doente, com sintomas da doença, é um dever moral, do dono levá-lo a um veterinário, ou à divisão de vigilância sanitária para exames e devidos cuidados. Não fazer isso, é se tornar responsável por algum doente ou morte que venha a acontecer, por causa de calazar. A vida humana está acima de tudo inclusive do cachorro de estimação.

Este texto expressa exclusivamente a opinião do autor e foi publicado da forma como foi recebido, sem alterações pela equipe do Entrelaços.


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