Saulo Marden 12 de janeiro de 2008

“Pedi a Deus um conselho para encontrar a alegria;
Deus me mostrou a Terra e disse: trabalha, semeia e colhe.”
(Autor desconhecido)

Quando se é jovem tudo parece simples desde a escuta do som de um tambor ao dos mais sofisticados instrumentos. A música torna-se bálsamo embriagador. Do corpo exige a perfeição. Da alma a negação. Da brincadeira o alimento de vida. As leis, as regras são de improviso. O amanhã não existe. Imagina-se, onipotente, onipresente, onisciente.

Com o decorrer do tempo, sem saber o porquê muda o ritmo. Sente necessidade de companhia, necessidade da alma gêmea. Os acordes tornam-se brandos, as atitudes moderadas. O entendimento se dá no jogo do ganha e perde. O mundo agora é nítido, real. As dificuldades atiçam lembranças, exige reflexão. É hora de trabalhar, semear, colher.

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Este texto expressa exclusivamente a opinião do autor e foi publicado da forma como foi recebido, sem alterações pela equipe do Entrelaços.


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